terça-feira, 5 de novembro de 2013

RAPARIGA DE GRAÇA



O maior home que existiu na cidade de Capoeiras foi Seu João Borrego. Ele era um arretado, quando o lugar ainda era uma vila de São Bento tinha um empório com todo sortimento, gerava empregos no povoado, possuía terras como ninguém.

Além de rico, da visão empresarial incomum para a época, Seu João Borrego também era espirituoso.

Um dia ele viu um dos seus empregados fazendo sexo com uma égua, em sua propriedade. Olhou e ficou calado, fez que não viu.

Quando chegou o dia do pagamento o rapaz recebeu e faltava alguma coisa. Contou direito, viu que tava errado e teve coragem de falar:

- Seu João meu dinheiro tá errado, tá faltando! – se queixou o home.

O patrão o observou com jeito sério, ficou só alguns segundos calado e explicou:

- O desconto aí é da minha égua que você comeu. Ou tu quer ter rapariga de graça?

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

SEXO, SUPER SEXO E AMOR


Uma mulher mais velha explicava para uma bem mais nova o que era SEXO, SUPER-SEXO e AMOR.

"Sexo é quando um homem te dá regularmente 5 mil dólares por mês, te leva
num restaurante frances e depois te leva para a cama.
Super-sexo é quando um homem te dá regularmente 10 mil dolares por mês, te
leva a um restaurante francês em Paris e depois te leva para a cama."

E o Amor?, perguntou a jovem.

"Amor é uma besteira que os pobres inventaram para te comer de graça".

domingo, 15 de setembro de 2013

VIVIANE E AS CASAS BAHIA

Garanhuns agora vai, disse o Roberto Almeida no seu blog, arrotando otimismo. Vai, tem de ir, só não sei ainda pra onde.

Viviane, minha eterna namorada, esposa, companheira, amante, plantada preguiçosamente no bairro São José, até que está animada.

Ela já está juntando moedas de um real e 50 centavos num porquinho pra comprar um guarda-roupa, ou uma penteadeira, ou um jogo de sofá ou um microondas nas Casas Bahia. Minha amada acha que o cofrinho cheio vai render o suficiente para adquirir pelo menos um desses bens.

“Não interessa se as casas são da Bahia ou do Ceará, o importante é que venda barato”, disse minha deusa, assustada com os preços praticados pelos estabelecimentos comerciais já existentes na cidade. Ela informou ter ido conhecer o galpão de móveis inaugurado pelo Marinho no antigo estacionamento do Pérola, mas ficou um pouquinho decepcionada. “São artigos de terceira, parece o time do Náutico”, esbravejou.

Viviane é meio confusa e não entendeu direito a história do Pão de Açúcar que teriam ido oferecer ao Iza que não alisa. “Vão trazer o Pão de Açúcar pra cá!!! Maravilha, podiam trazer também o Cristo Redentor que aquele do Magano já está meio enfadado”, comentou. Quase morri de vergonha, mas quando olhei pra suas pernas me deu uma espécie de formigamento e esqueci a inocência de minha paixão.

“Eu te love you Viviane e tenho certeza de que você não é nenhuma Valdirene”, pensei comigo mesmo, ardendo de amor pela morena de olhos esverdeados.

Valdirene, perdão leitores, Viviane acredita nas Casas Bahia, no Pão de Açúcar, nas mais de 700 mil obras anunciadas pelo Iza e não acredita em Papai Noel porque não é tão besta assim quanto os senhores pensam.

Ela também perdeu a fé de vez no Hospital Dom Moura. “Quem já viu proibir o padre e o bispo de confortar um doente? Será que são os cubanos que estão dando as cartas por lá?”, questionou o amor da minha vida informadíssima sobre todas as fofocas publicadas nos blogs de Garanhuns.

Independente das novas lojas, do bispo e do prefeito a Viviane é minha e ninguém bota o olho. De noite na cama eu fico pensando, aliás não fico, isso é coisa do Caetano. De noite na cama eu fico tremendo, eu fico ardendo, eu viro um bicho e entrego todo o meu eu (vejam só como estou filosófico) a Vivi.

“Garanhuns vai mesmo Raulzito”, ela pergunta, toda manhosa. Eu digo vai, agorinha mesmo e num instante estou lá. Eu e ela, feito na música do rei.

A Viviane da foto lá em riba é a Araújo que não sou besta de mostrar a minha Vivi pra vocês de biquíni. Inté a próxima.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

VIVIANE NO POP SHOP

Eu estava no Paraguai, comprando umas mercadorias originais para revender em Garanhuns e cheguei às vésperas do Festival de Inverno. A tempo de ver o velho Ney rebolar e o velho Caetano desbundar. Adorei os dois. Quanto mais o tempo passam, mas esses caras cantam e encantam.
 Logicamente, meus 50 leitores no dia em que voltei a essa agradável e esburacada Garanhuns fui ver logo a Viviane, a minha eterna namorada, companheira, esposa, amante... O que você quiseram. Sou completamente apaixonado por essa Gabriela, Cravo e Canela garanhuense, com sua coxas grossas, seus olhos verdes e seu ais... Deus do céu! Eu nem posso contar a vocês porquê.
 Viviane implicou com Caetano porque ele não cantou “Sozinho”, esculhambou Elba por ter cantado frevo, detestou Daniela porque a baiana falou mal dos homens e disse que no Festival o melhor mesmo foram “os turistas de fora”, Fagner e José Augusto, com suas baladas românticas.
 Minha mulher é brega mesmo, o que posso fazer?  Mas eu prefiro ela assim, tão espontânea de que certas madames que de tão artificiais parecem a Eliabeth Savala tentando ser engraçada e fazendo de conta que é atriz.
 Passado o Festival, com tudo correndo as mil maravilhas, graças a Santo Antônio, padroeiro de Garanhuns, veio esta notícia bomba de Ronaldo, o César: O prefeito Izaías Régua vai implodir o pop shop, fazer com o centro do comércio popular de Garanhuns o mesmo que o governador Alckmin fez com o famoso Carandiru.
 Viviane, metida a saber de tudo sem entender de nada foi a primeira a fazer barulho. No salão de beleza, no café da manhã, em plena Avenida Santo Antônio de manhãzinha. “E agora onde vou comprar minhas calcinhas, minhas calças jeans, meus shortinhos curtos que você tanto gosta?”. Ela ficou martelando essas perguntas que parece ia acabar o mundo.
 “E onde vou comprar capa de celular? E aqueles pasteis deliciosos acompanhados de coca cola? Ai meu Deus aquelas coxinhas, lembra que até o prefeito foi comer das coxinhas lá, quando estava atrás do voto da gente?”, foram outras perguntas da Vivi, chorando pelo pop shop, que nem é pop nem dá rock.
 Expliquei que o prefeito vai aumentar o mercado, construir mais boxes e conseguir lugar para todo mundo. A avenida vai ser aberta de modo a melhorar a tal de mobilidade urbana. “A cidade não pode ficar imobilizada, meu amor”, fiz esse trocadilho com o maior charme, tentando acalmar a minha delícia.
 Ela ficou mais calma e resolveu dar um crédito de confiança no Iza que não alisa. “Espero que eu não fique sem minhas coxinhas nem minhas calcinhas”, disse minha amada e não me perguntem se a frase teve duplo sentido. Quando se trata da Viviane tudo é possível e ela é chegada a uma safadezazinha, tanto com as palavras, quanto com as mãos.
 Por que será que eu fui me apaixonar por essa mulher de pop shop, digo de Garanhuns? Minha vó tinha razão: a gente não manda no coração! Até que rimou, não foi?

quarta-feira, 29 de maio de 2013

PRAGA DE GOVERNO



Essa é do grande escritor gaúcho Luiz Fernando Veríssimo, filho de Érico Veríssimo, que Deus o tenha. Viviane riu tanto que se mijou.

REMÉDIO PARA PREÇÃO

Eu tomo um remédio para controlar a pressão.
Cada dia que vou comprar o dito cujo, o preço aumenta.
Controlar a pressão é mole. Quero ver é controlar o preção.
Tô sofrendo de preção alto.

O médico mandou cortar o sal. Comecei cortando o médico, já que a consulta era salgada demais.

Para piorar, acho que tô ficando meio esquizofrênico. Sério!
Não sei mais o que é real.

Principalmente, quando abro a carteira ou pego extrato no banco.
Não tem mais um Real.

Sem falar na minha esclerose precoce. Comecei a esquecer as coisas:
Sabe aquele carro? Esquece!

Aquela viagem? Esquece!

Tudo o que o presidente prometeu? Esquece!

Podem dizer que sou hipocondríaco, mas acho que tô igual ao meu time:
- nas últimas.
Bem, e o que dizer do carioca? Já nem liga mais pra bala perdida...
Entra por um ouvido e sai pelo outro.

Faz diferença...

"A diferença entre o Brasil e a República Checa é que a República Checa tem o governo em Praga e o Brasil tem essa praga no governo"
"Não tem nada pior do que ser hipocondríaco num país que não tem remédio

terça-feira, 14 de maio de 2013

DONA DE CABARÉ PROCESSA IGREJA UNIVERSAL



Essa não é "greia" não. Não inventei nada, viu Viviane? Aconteceu no Ceará, terra do meu padim Ciço do Juazeiro. Eu conto o caso como foi publicado na internet:

Em Aquiraz, no Ceará, dona Tarcília Bezerra construiu uma expansão de
seu cabaré, cujas atividades estavam em constante crescimento após a
criação de seguro desemprego para pescadores e vários outros tipos de bolsas.

Em resposta, a Igreja Universal local iniciou uma forte campanha para
bloquear a expansão, com sessões de oração em sua igreja, de manhã, à
tarde e à noite.

O trabalho de ampliação e reforma progredia célere até uma semana
antes da reinauguração, quando um raio atingiu o cabaré queimando as
instalações elétricas e provocando um incêndio que destruiu o telhado
e grande parte da construção.

Após a destruição do cabaré, o pastor e os crentes da igreja
passaram a se gabar "do grande poder da oração".

Então, Tarcília processou a igreja, o pastor e toda a congregação, com
o fundamento de que eles "foram os responsáveis pelo fim de seu prédio
e de seu negócio" utilizando-se da intervenção divina, direta ou
indireta e das ações ou meios."

Na sua resposta à ação judicial, a igreja, veementemente, negou toda e
qualquer responsabilidade ou qualquer ligação com o fim do edifício.

O juiz a quem o processo foi submetido leu a reclamação da autora e a
resposta dos réus e, na audiência de abertura, comentou:

- Eu não sei como vou decidir neste caso, mas uma coisa está patente nos
autos:

"Temos aqui uma proprietária de um cabaré que firmemente acredita no
poder das orações e uma igreja inteira declarando que as orações não
valem nada!".

segunda-feira, 6 de maio de 2013

TUMULTO NO CÉU


A Viviane agora tá com mania de piadas. Passa na banca de revista e compra revistinhas com anedotas de português, japonês, viado, velhinha, papagaio e tudo que ela acha engraçado. Depois vem me contar.

Essa foi a do domingo, depois da vitória da cobrinha em cima do Leão.

Houve um tumulto na porta do céu. De repente São Pedro avisou:

- Pessoal vamos organizar essa bagunça! Quero que vocês formem duas filas. Os homens que sempre foram dominados por suas mulheres fiquem aqui, e aqueles que nunca foram dominados pelas mulheres fiquem ali.

Alguns minutos depois, existia uma fila enorme no local dos dominados e somente um sujeito mirradinho no local dos que nunca foram dominados.

- Muito bem – disse São Pedro, admirado da situação. – Vocês deveriam ter vergonha! Deus criou vocês à sua imagem e semelhança e vocês deixaram-se dominar. Mas felizmente nem tudo está perdido, temos pelo menos um aqui que honrou os desígnios do Senhor.

E virando-se para o sujeito, um tipinho:

- Meu amigo, diga para os outros o que você fez pare merecer este lugar?

- Eu não sei – respondeu timidamente – foi a minha mulher me mandou ficar aqui!

Nem sei por que a Viviane contou essa. Fiquei desconfiado. Será que ela também está querendo que eu seja um dominado?

quinta-feira, 25 de abril de 2013

A VIDA É BELA



O Festival de Inverno vem aí e tomara que venha o Caetano, embora a Viviane prefira e Lucas & Mateus, a dupla de evangelistas.

Preocupado estava eu, porque com a falta de chuvas pensei com meus botões que este ano ia ser Festival de Seca, tendo como principal atração o tomate, que andou sendo capa de revista e jornal, o legume estava com mais nome do que o Ney Matogrosso.

Mas agora choveu e está fazendo frio, a cidade ficou tão bonitinha que todo mundo botou uma foto de chuva, ou da terra da garoa, como vocês quiserem, no tal facebook.

Vixe Maria como o povo tá viciado nesse tal de face. Eu conheço um rapaz, morador de Caetés, que não faz mais nada na vida porque toda hora tá na rede social. Acorda vai pra o computador, bota foto dele, da mulher, dos filhos, do cachorro, da gata, do guarda roupa... Não sossegua um minuto.

Vocês podem até não acreditar, mas até quando vai pro banheiro esse amigo meu leva o notebook pra não sair do face. Sei não, desconfio até que ele não cumpre seu dever de casa com a patroa, pois muito mais importantes na sua vida são os milhares de amigos virtuais.

Sim, porque muitas pessoas fazem questão de ter mais de um milhão de amigos, tornando superada aquela música de Roberto Carlos de 10 mil anos atrás. Se cada amigo do face depositasse 1 real na minha conta eu ficava milionário e mandava o jornal e a internet pra puta que o pariu.

Voltando ao glorioso Festival de Inverno de Garanhuns, mais importante do que a Copa das Confederações e outros eventos menores, estou cheio de esperança de que este ano vão arrebentar. Do jeito que Izaías é impetuoso se brincar ele traz o Caetano, a Betânia, Gal, Gilberto Gil e até o espírito de Dona Canô, para nos iluminar.

Tem tudo pra ser uma baita festa e eu não vou perder um dia. Estarei com minha Viviane, no meio de mundiçal. Não importa a chuva nem o frio, quando meu ídolo ou minha ídola estiver no palco vou abraçar minha namorada, ficar bem coladinho, tascar-lhe um beijo no pescoço de arrepiar e feliz da vida vou cantar para os quatros cantos do mundo “como é grande meu amor por você”.

Ah Garanhuns! Eita Festival de Inverno! Com vocês e a Viviane é tudo de bom e a vida é bela.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

ABANDONO DO LAR

Essa história quem chegou contando em casa foi a Viviane, depois de tê-la ouvindo na salão de beleza de Salete, no bairro de São José. As amigas narraram tudo em detalhes, como se comentassem alguma novela da Globo, porque as meninas que frequentam a Sassá são apaixonadas por casos de amor, extravagâncias sexuais e anomalias gerais envolvendo a cabeça, o coração e outros órgãos humanos.

O caso é que um tal de Alfredo, senhor dos seus mais de 40 anos, morador de um distrito Caruaru, terra de Vitalino, José Condé e toda família Lyra, teve a ousadia de casar com uma moça de nome Doralina. Pobre, apenas 16 anos de idade, a menina tem o rosto bonito, cor morena e umas pernas grossas capaz de fazer qualquer traseunte da Avenida Santo Antônio torcer o perscoço se ela estiver de visita por aqui. Quem não quer olhar umas coxas daquela neste mundo dominado pela sensualidade e os homens cada vez mais convencidos de que a carne é fraca?

Entonce que o casamento entre Alfredo e Doralina aconteceu com a autorização dos pais e o jovem casal teve direito até a lua de mel, passada no Hotel Tavares Correia, nesta aprazível cidade de Garanhuns. Só não foi melhor porque a cidade estava quente demais, parecendo Recife ou Olinda, sem fazer jus ao título de “Cidade do Clima Maravilhoso”. E ainda tinha muita muriçoca, um inferno na hora de dormir e de rezar.

Depois da atribulada lua de mel os apaixonados voltaram para a vila em que moravam e começaram a viver a labuta de todos do lugar. Ele trabalhando no campo, com dificuldades para plantar e vender uma rês, pois a seca devora tudo e está difícil seguir em frente nesse Nordeste castigado pela ira do senhor. Aqui uso as palavras de um pastor de uma dessas igrejas evangélicas e também de alguns padres católicos.

Eles, os padres e pastores, acreditam que tanta estiagem e sofrimento só pode ser castigo porque os homens só pensam em pecar, não querem mais saber de igreja nem dos 10 mandamentos. Estão roubando, matando e principalmente cobiçando a mulher do próximo. Depois dessa invasão de motos e moteis por todo canto virou um cabaré só, uma nova Sodoma e Gomorra, daí o castigo divino de não chover mais e tudo parece que vai se acabar.

Bom, isso é conversa dos crentes, e vai ver que têm razão, embora não expliquem porque em São Paulo, no Rio de Janeiro e nos outros estados brasileiros fora da região Nordeste a chuva tá sobrando. Se trouxesse um pouquinho de lá pra cá tava tudo resolvido. Não quero aqui contestar a fé de ninguém e graças a deus acredito em Deus. Mas por que em Sampa chove tanto? Será que lá eles não pecam? Tenho uma prima morando por lá e ela agarante que a safadeza na Ipiranga, Avenida São João, Paulista e todos os buracos da Paulicéia é maior do que em qualquer canto do mundo.

Mas estamos fugindo do assunto, nos preocupando com religião e psicologia quando não entendemos nada de nenhum dos dois assuntos. Mania de brasileiro querer entender de tudo. Vamos deixar isso pra lá e terminar a história do nosso Romeu e nossa Julieta de Caruaru.

Os pombinhos viveram juntos 1 ano e 2 meses e depois ela saiu de casa toda vexada, como quem tá insatisfeita e não voltou mais. Voltou a morar com os pais deixando o Alfredo triste e sozinho.

Ele implorou, apelou, prometeu ceus e terra e nada. A menina disse que ia chegar aos seus lindos 18 anos longe dele.

Alfredo, então, numa atitude drástica, procurou o jornal mais lido de Caruaru e pagou uma nota comunicando que tinha sido abandonado pela esposa. E deu um prazo de 30 dias para Doralina voltar. Caso contrário estaria configurado o abandono do lar. Assim ela perderia todos os direitos: da casa, dos braços, da moto, do cavalo e das duas vacas magras que restavam...

Umas amigas procuraram Julieta, digo Doralina, e tentaram convencer a bichinha a rever sua posição. “Tu vai perder todos os direito, é mulé?”, questinou Maria José, mais experiente, já tendo passado dos 20 e mãe de três molecotes: Zezinho, Alvinho e Antonico.

Então a esposa de Alfredo abriu o seu coração, revelou o segredo que vinha guardando das amigas, dos pais e até de Nosso Senhor: o marido tinha alguma coisa errada na cabeça lá dele e seu comportamento era totalmente estranho. Só pensava na lida do campo, chegava em casa cansado, nem se lembrava de tomar um banho e ia dormir cedo da noite, sem acompanhá-la no assistimento da novela.

- Meu marido em 1 ano e 2 meses de casado só fez o seu dever de casa três vezes. Mesmo assim todo amolecido, sem graça, como se tivesse comendo um prato de maxixe com chuchu. Eu subindo pelas paredes e ele inerte, como se já tivesse morrido. Quanto mais eu insistia, mas ele ficava molenga e preguiçoso sem dá atenção a mim. Eu vou lá viver com um home desses? Não voltou de jeito nenhum.

Todas depois de sabedoras da verdade deram razão a Doralina e chegaram a conclusão de que ela não tinha perdido o juízo coisa nenhuma. Se faltava juízo em alguém não era na moça. “Como é que ele ainda tem coragem de botar um aviso no jornal daquela maneira?”, comentou Solange, agora toda solidária a amiga.

É. O caso é complicado e a carne é fraca mesmo. Tanto a do homem como a da mulher. Moral da história é que Doralina prefere pecar, mesmo correndo o risco da seca no Nordeste continuar, como castigo de Deus.

terça-feira, 19 de março de 2013

UMA RAPIDINHA SOBRE PADRES

Uma moça muito jeitosa entra na igreja e confessa os pecados:
- Sr. Padre, eu tenho feito sexo com o padre da cidade  vizinha!
Diz o padre, muito zangado:
- Vais rezar 20 Ave Marias e 20 Pai Nossos...
E nunca mais te esqueças:
 A TUA PARÓQUIA É ESTA!